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S.E.PALMEIRAS

 

06/03/05 18:03
Palmeiras vence Santos com dois gols de Pedrinho

Meia não jogava desde dezembro, entrou no segundo tempo, e marcou duas vezes. Santos perder a primeira partida no Paulistão

LANCEPRESS!


O Palmeiras derrubou o favoritismo do Santos e venceu o clássico por 3 x 1, neste domingo, no Palestra Itália, encerrando a invencibilidade do time da Vila Belmiro, neste Campeonato Paulista.

Pedrinho foi o destaque do jogo. O meia, que não jogava desde 4 de dezembro do ano passado devido a uma fratura no rosto e, posteriormente, uma lesão no joelho, fez sua primeira partida este ano e marcou dois gols no segundo tempo.

O Verdão esteve sempre em vantagem no placar, vencendo por 1 x 0 e 2 x 1. Daniel, de cabeça, abriu o placar para o Palmeiras no primeiro tempo. De pênalti, Ricardinho empatou no início do segundo.

O resultado levou o Palmeiras aos 17 pontos. O Santos permanece com 24 pontos e cai para a terceira colocação. A diferença de pontos do líder São Paulo subiu para cinco pontos.

Na 12ª rodada, o Palmeiras enfrenta a Portuguesa, domingo, às 16h, no Palestra Itália. No mesmo dia, o Santos encara o União Barbarense, às 18h, na Vila Belmiro

Palmeiras e Santos fizeram um primeiro tempo truncado e com forte marcação, principalmente do lado palmeirense, preocupado em parar Robinho, Deivid e as investidas de Léo pela esquerda. Em muitos momentos, o Verdão chegou a ter dez em seu campo de defesa esperando para desarmar o adversário.

O time da Vila Belmiro foi superior, teve mais tempo com a posse de bola, chegou mais vezes ao gol de Marcos, mas foi o Palmeiras quem demonstrou eficiência ao marcar o gol na única oportunidade que criou em todo primeiro tempo.

A primeira chance da partida foi do Peixe. Aos 15 minutos, Ricardinho cobrou falta no canto direito e Marcos fez grande defesa espalmando para escanteio.

O Santos só voltaria a criar boas chances no final da etapa inicial. Aos 39, Deivid tabelou com Ricardinho, recebeu dentro da área, e chutou com perigo à esquerda do gol.

No minuto seguinte, o mesmo Deivid desperdiçou a melhor chance santista até então. Robinho fez bom lançamento para Deivid, que recebeu dentro da área, driblou Marcos, mas chutou para fora.

Na única oportunidade de gol que teve, o Palmeiras balançou as redes de Mauro. Num contra-ataque santista, Lúcio roubou a bola de Robinho e abriu para Correa na esquerda, o volante cruzou à área e Daniel, livre na pequena área, desviou de cabeça no canto direito de Mauro.

No segundo tempo, o Santos empatou o clássico logo aos seis minutos. Deivid recebeu passe dentro da área e o árbitro interpretou que Gláuber fez falta sobre o santista. Na cobrança, Ricardinho tocou no canto direito, Marcos caiu para o esquerdo.

Dois minutos depois, Robinho desperdiçou grande chance para virar o placar. Basílio lançou Robinho livre na marca de pênalti, ele dominou, escolheu o canto, mas chutou em cima de Marcos, perdendo o gol.

Aos 12 minutos foi a vez de Marcos salvar o Palmeiras. Flávio foi à linha de fundo pela direita, cruzou, Robinho chutou forte e o goleiro palmeirense deu um tapa na bola, mandando-a sobre o travessão. Marcos fez outra defesa incrível aos 15 minutos. Robinho recebeu na entrada da área, chutou e o goleiro fez bela defesa, espalmando para escanteio.

Assim como no primeiro tempo, o Santos criou as melhores chances, mas quem marcou foi o Palmeiras. Aos 26 minutos, num rápido contra-ataque, Pedrinho recebeu dentro da área, passou por Ávalos e Leonardo e chutou rasteiro, cruzado, no canto esquerdo de Mauro.

Pedrinho ainda marcou outro belo gol dez minutos após o segundo e selou a vitória palmeirense no clássico: Lúcio fez bom lançamento para Pedrinho, que dominou dentro da área, chutou forte, e acertou o ângulo esquerdo de Mauro.

Aos 44 minutos, Marcos fechou a vitória palmeirense com outra grande defesa. Evando foi lançado livre, entrou na área e tocou sobre o goleiro, que defendeu com o braço direito.

Ficha Técnica - PALMEIRAS 3 x 1 SANTOS

Data-Hora: 6/3/2005, às 16h.
Local: Estádio Palestra Itália, em São Paulo (SP).

Árbitro: Edílson Pereira de Carvalho.
Auxiliares: Evandro Silveira e Giovani Cansian

Cartões Amarelos: Nen e Léo (PAL); Robinho e Leonardo (SAN).

Gols: 42´/1ºT Daniel (1x0); 6´/2ºT Ricardinho (1x1); 26´/2ºT Pedrinho (2x1); 36´/2ºT Pedrinho (3x1)

PALMEIRAS: Marcos; Nen, Daniel e Gabriel; Correa, Marcinho, Claudecir (24´/2ºT Alceu), Cristian e Lúcio; Ricardinho (45´/2ºT Warley) e Osmar (14´/2ºT Pedrinho).
Técnico: Candinho.

SANTOS: Mauro; Flávio, Ávalos, Domingos (18´/2ºT Leonardo) e Léo; Bóvio, Tcheco (Basílio, intervalo), Fábio Baiano e Ricardinho; Robinho e Deivid (34´/2ºT Evando).
Técnico: Oswaldo de Oliveira.


27/02/2005 - 19h49
Diego Souza marca e Palmeiras volta a vencer

MBPress
Em São Paulo

O Palmeiras foi a Itu na tarde deste domingo enfrentar o Ituano, no estádio Novelli Júnior e conseguiu, finalmente, voltar a vencer no Campeonato Paulista. A vitória por 4 a 1 foi a primeira na competição desde o dia 26 de janeiro e a primeira desde que o técnico Candinho assumiu o comando da equipe, no último domingo.

Apesar de ter conseguido um início fulminante no Paulistão 2005, com três vitórias consecutivas nas três primeiras rodadas, o clube entrou em crise a partir da derrota para o São Caetano, no dia 30 de janeiro. Desde então, foram 4 derrotas e dois empates. O time, que liderava ao lado de São Paulo e Santos, chegou a cair para a 13ª posição.

Na partida deste domingo, Candinho apostou na volta de Diego Souza, que estava fora da equipe há duas semanas. O jogador foi multado pela diretoria e suspenso pela Federação depois de se envolver em polêmica com o então técnico Estevam Soares.

Depois da crise, porém, o meio-campo agarrou a oportunidade oferecida pelo técnico Candinho e foi o grande destaque da partida. Além de marcar o segundo e o quarto do Palmeiras na goleada, fez bons passes e aumentou a criatividade do ataque palmeirense.

Outro que se recuperou na partida do início de noite deste domingo foi o lateral Lúcio. Depois de muitas críticas recebidas pela torcida durante a temporada 2004, o jogador voltou a ouvir seu nome gritado na arquibancada,após fazer cruzamento perfeito para o terceiro gol do Palmeiras, marcado pelo atacante Osmar.

Com a vitória, o time de Candinho chegou a 14 pontos e subiu para a sétima posição na tabela de classificação, que divide com o próprio Ituano, com o Paulista e com o Marília.

O único ponto negativo da partida para o Palmeiras foi o cartão amarelo recebido pelo volante Magrão. Autor do primeiro gol da equipe, o volante estava pendurado e será obrigado a cumprir suspensão no próximo jogo do time no Campeonato Paulista, justamente o clássico contra o Santos.

A partida acontece no próximo domingo, no Parque Antártica. A semana, aliás, tem apenas jogos importantes para a equipe. Na quarta-feira, o time do técnico Candinho estréia na fase de grupos da Copa Libertadores da América. O time vai a Assunção, no Paraguai, enfrentar o Cerro Porteño.


O jogo
A partida começou truncada e sem grandes oportunidades. Tanto Ituano como Palmeiras, mais procupados em marcar que em criar, fizeram muitas faltas e deixaram o jogo concentrado no meio de campo.

O time da casa criou apenas uma chance, logo aos 2min de jogo. O atacante Gílson foi lançado em profundidade na direita do ataque e, da entrada da área do Palmeiras, chutou forte. A bola, no entanto, saiu à direita do gol de Marcos.

Somente aos 15min, o Palmeiras conseguiu ameaçar o gol do Ituano. Magrão avançou com a bola pela direita e chutou cruzado, tentando alcançar Osmar, mas o goleiro André Luis se antecipou e não deixou a bola chegar até o atacante.

O jogo continuou muito brigado, com excesso de faltas e até algumas jogadas violentas, até que, aos 26min, o lateral-direito Bosco, que já tinha recebido o cartão amarelo, derrubou o palmeirense Lúcio e foi expulso de campo.

Depois da expulsão, o Palmeiras passou a encontrar mais espaços para jogar e cinco minutos depois conseguiu abrir o placar. O volante Magrão avançou pelo centro do campo e, ao se aproximar da área do Ituano, tabelou com o atacante Ricardinho. Recebendo a bola na entrada da área, Magrão chutou e a bola, depois de bater no pé do zagueiro Aderaldo, encobriu o goleiro André Luis.

No final da primeira etapa, o Palmeiras continuou pressionando e por pouco não ampliou. Aos 41min, Ricardinho recebeu passe na entrada da área e tentou encobrir André Luis. O goleiro, porém, conseguiu desviar para escanteio com a ponta dos dedos.

Após o intervalo, mesmo com um jogador a menos, o Ituano se lançou ao ataque buscando o gol de empate. Logo aos 3min, Gílson recebeu a bola fora da área, de frente para Marcos, conduziu a bola para a esquerda, em direção à linha de fundo e chutou desequilibrado, de pé esquerdo. A bola, no entanto, saiu fraca e o goleiro Marcos defendeu com facilidade.

Aos 7min, mais uma chance criada pelo ataque dos donos da casa. O artilheiro do time na temporada, Rômulo, invadiu a área palmeirense passando entre os zagueiros e, cara a cara com Marcos, chutou por cima do gol.

Depois dos 10min, o Palmeiras voltou a controlar a partida e passou a criar as principais chances. Aos 11min, Diego Souza fez passe para Ricardinho na direita do ataque, o centroavante bateu de primeira e mandou a bola na trave do gol do Ituano. Na seqüência da jogada, Corrêa chutou cruzado e o goleiro André Luis espalmou para escanteio com dificuldade.

Aos 19min, brilhou a estrela do técnico Candinho. O meia Diego Souza carregou a bola pelo centro do campo de ataque e soltou forte chute de fora da área, marcando um golaço. Mesmo com a vantagem no placar, o Palmeiras continuou pressionando.

O domínio palmeirense, no entanto, não se converteu em gol e quem conseguiu marcar foi Ludemar, para o Ituano. Em lance de contra-ataque, Denny chutou, o lateral Bruno furou e o atacante, em posição duvidosa, chutou sem chances para o goleiro Marcos.

Cinco minutos depois, no entanto, o Palmeiras marcou o terceiro e definiu a vitória. Lúcio fez grande jogada pela lateral esquerda e, da linha de fundo, cruzou na pequena área. O atacante Osmar chegou de trás e apenas completou o passe, sem chances para o goleiro André Luis.

Aos 44min, os visitantes ainda ampliaram a goleada. Completando uma atuação inspirada, Diego Souza recebeu a bola no meio do campo de defesa do Ituano, girou em cima dos marcadores e chutou de longa distância, de perna esquerda, marcando mais um golaço.

ITUANO
André Luis; Bosco, Aderaldo (Samuel), Erivélton e Kauê; Wilson Batatais, Pierre, Denny e Ricardo Oliveira; Gílson (Ronny ) e Rômulo (Ludemar)
Técnico: Agnaldo Liz

PALMEIRAS
Marcos; Nen, Gabriel e Glauber; Corrêa (Bruno), Marcinho, Magrão, Lúcio e Diego Souza; Osmar e Ricardinho (Thiago Gentil)
Técnico: Candinho

Local: estádio Novelli Júnior, em Itu (SP)
Árbitro: Paulo José Danelon
Auxiliares: Flávio Lúcio Magalhães e Maurício Machado Ferronato
Cartões amarelos: Erivélton (I), Bosco (I), Magrão (P), Glauber (P), Diego Souza (P)
Cartão vermelho: Bosco (I)
Gols: Magrão (P), aos 32min do primeiro tempo, Diego Zouza (P), aos 19min do segundo tempo, Ludemar (P), aos 29min do segundo tempo, Osmar (P), aos 34min do segundo tempo e Diego Souza (P), aos 43min do segundo tempo.


20/02/2005 - 17h55
Palmeiras joga mal e toma goleada!

MBPress
Em São Paulo

Deu a lógica neste domingo, no Morumbi. O São Paulo teve tranqüilidade e venceu o Palmeiras por 3 a 0 no clássico válido pela oitava rodada do Campeonato Paulista.

Eduardo Knapp/Folha Imagem

 

Luizão comemora no clássico o seu primeiro gol com a camisa do São Paulo

O placar confirma um longo tabu favorável ao time comandado por Emerson Leão. O São Paulo não perde para o Palmeiras pelo Paulistão desde 1997. O último placar favorável à equipe do Parque Antártica aconteceu em março daquele ano, 1 a 0 (gol de Viola). Desde então, nos oito jogos disputados, o time do Morumbi venceu sete e empatou apenas um.

Além disso, o São Paulo ainda desempatou o retrospecto histórico entre as duas equipes. Agora, nos 257 clássicos disputados, o time do Morumbi venceu 87 e perdeu 86. Outras 84 partidas acabaram com igualdade no placar.

Para completar, o São Paulo continua impossível no Morumbi. O time comandado por Leão não perde no estádio há 16 confrontos. O último insucesso aconteceu no dia 1º de setembro de 2004, pelo Campeonato Brasileiro, 3 a 2 para o Coritiba. De lá para cá, a equipe do Morumbi venceu 11 jogos e empatou outros quatro.

Com a vitória, o São Paulo se consolida na liderança do Campeonato Paulista. O time de Emerson Leão soma agora 22 pontos e segue sem derrotas na temporada.

O Palmeiras, em contrapartida, segue em reta descendente. A equipe do Parque Antártica não vence há cinco partidas e estacionou nos dez pontos. O último placar favorável aconteceu no dia 26 de janeiro, dentro de casa, 3 a 1 sobre o Paulista de Jundiaí.

E os gols do São Paulo foram marcados por três personagens curiosos. Diego Tardelli abriu o placar e assumiu a liderança isolada da corrida dos artilheiros do Estadual. Rogério Ceni fez o segundo, o 35º da carreira dele. E Luizão completou o placar, o primeiro dele com a camisa do clube.

As duas equipes voltam a campo na próxima quinta-feira, em jogos válidos pela nona rodada do Campeonato Paulista. O São Paulo recebe a Portuguesa Santista, no Morumbi, às 20h30. No mesmo horário, o Palmeiras encara o Atlético Sorocaba no estádio Parque Antártica.

O jogo
O técnico Candinho chegou ao Palmeiras no sábado, véspera do clássico com o São Paulo. E encontrou uma equipe pressionada pelo mau retrospecto, que ainda iria encarar o líder do Campeonato Paulista. Por isso, optou por uma escalação com três volantes no meio-campo (Magrão, Marcinho e Correa) e deu mais liberdade aos laterais Bruno e Lúcio.

No entanto, o São Paulo soube explorar os espaços deixados às costas dos alas adversários. Assim, o time comandado por Emerson Leão foi melhor no início do clássico. Logo no primeiro minuto, Júnior cobrou escanteio da esquerda, Lugano desviou de cabeça no primeiro pau e Sérgio teve muito trabalho para defender.

Aos 5min, Grafite apareceu na ponta direita, aproveitando o avanço de Lúcio ao ataque, e invadiu a área com a bola dominada. Completamente imprudente, o zagueiro Nen segurou o camisa 9 pela camisa e cometeu a penalidade, a primeira favorável ao São Paulo desde que Emerson Leão assumiu o comando da equipe.

O encarregado pela cobrança foi o centroavante Diego Tardelli. Com muita categoria, ele colocou a bola no canto direito de Sérgio e inaugurou o placar no Morumbi. Foi o oitavo gol do camisa 19, artilheiro isolado do Campeonato Paulista (tem média de uma bola nas redes adversárias em cada partida).

Se o São Paulo dominava a partida antes de fazer o primerio gol, a diferença técnica entre as duas equipes ficou ainda mais evidente depois disso. Nervoso, o Palmeiras passou a abusar das faltas no meio-campo. Enquanto isso, a equipe de Emerson Leão tocava a bola lateralmente e fazia o adversário correr.

Porém, quando os laterais do Palmeiras começaram a ser eficientes, o time de Candinho cresceu e equilibrou o clássico. Aos 17min, depois de um escanteio cobrado por Correa, Ricardinho fez linda jogada pela direita e levantou a bola na cabeça do zagueiro Nen, que desviou no canto direito de Rogério Ceni. Com muito reflexo, o camisa 1 conseguiu defender.

Quatro minutos depois, Bruno conduziu pela direita, passou por dois marcadores e chutou de fora da área, de pé esquerdo. A bola passou muito perto da trave direita de Rogério Ceni, com muito perigo.

Depois disso, o nível do jogo caiu assustadoramente. As duas equipes erraram demais e não conseguiram mais criar oportunidades de gols.

Nos cinco últimos minutos, porém, a defesa do Palmeiras mostrou total descontrole. O São Paulo chegou com facilidade em três lances e só não ampliou a vantagem devido à inoperância do atacante Grafite.

Aos 38min, o camisa 9 recebeu nas costas de Nen, na direita, e teve muito tempo para arrumar a bola. Quando chutou, no entanto, exagerou na força e mandou por cima da meta defendida por Sérgio.

Dois minutos depois, Júnior cobrou escanteio da esquerda, Grafite subiu no primeiro pau e cabeceou para fora, à direita do camisa 1 do Palmeiras. Mas a chance mais clara aconteceu aos 42min. Diego Tardelli carregou pelo meio e trombou com Daniel. Grafite ficou com a sobra dentro da área, cara a cara com Sérgio, e bateu de primeira. O goleiro fez excelente intervenção e desviou para a linha de fundo.

No segundo tempo, tentando dar mais criatividade ao Palmeiras, o técnico Candinho tirou o meia Cristian (que esteve muito apagado no clássico) e promoveu a estréia do lateral-esquerdo Fabiano. Com constantes trocas de posição com Lúcio, aumentou o poder ofensivo de sua equipe.

Apesar disso, o nível técnico do segundo tempo foi muito baixo. Apáticas, as duas equipes criaram pouco e os goleiros pouco participaram da partida.

Se não participou com as mãos, Rogério Ceni resolveu decidir com os pés. Aos 30min, o camisa 1 do São Paulo cobrou falta com perfeição e acertou o ângulo esquerdo de Sérgio, que nada pôde fazer para evitar o segundo gol do time comandado por Emerson Leão.

A vantagem do São Paulo, que já era enorme, ficou ainda maior aos 41min do segundo tempo. Cicinho surpreendeu e apareceu do lado esquerdo de campo. O lateral cruzou com perfeição e Luizão desviou de cabeça para marcar.

PALMEIRAS
Sérgio; Bruno, Nen, Daniel e Lúcio; Marcinho, Magrão, Cristian (Fabiano) e Correa (Claudecir); Ricardinho e Osmar (Adriano Chuva)
Técnico: Candinho
SÃO PAULO
Rogério Ceni; Edcarlos, Lugano e Alex; Cicinho, Mineiro, Josué, Danilo (Renan) e Júnior (Fábio Santos); Grafite (Luizão) e Diego Tardelli
Técnico: Emerson Leão
Local: estádio Morumbi, em São Paulo (SP)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP)
Auxiliares: Ednílson Corona e Flávio Lúcio Magalhães (ambos de SP)
Cartões amarelos: Magrão (P), Josué (S), Mineiro (S), Marcinho (P), Grafite (S), Fábio Santos (S), Luizão (S)
Gols: Grafite, aos 5min do primeiro tempo; Rogério Ceni, aos 30min e Luizão, aos 41min do segundo tempo


13/02/2005 - 19h49
Palmeiras tropeça e complica situação de Estevam

MBPress
Em Campinas

Depois de se garantir na Copa Libertadores, o Palmeiras voltou a ter novo revés no Campeonato Paulista. Nesta tarde de domingo, o alviverde empatou em 2 a 2 com o União São João, no estádio Hermínio Ometto, e se complicou na competição.

Com mais um tropeço, o Verdão sobe para dez pontos, mas se afasta da briga pelo título. Esta foi a terceira partida seguida sem vitória da equipe do Parque Antarctica.

O último resultado positivo aconteceu no dia 26 de janeiro, quando bateu o Paulista por 3 a 1, em São Paulo. O Palmeiras tem ainda um jogo a fazer, já que não participou da rodada de meio de semana por causa do confronto contra o Tacuary, pela Libertadores.

O União São João também não vive um bom momento. O time de Araras soma agora oito pontos e segue rondando a zona do rebaixamento. Na rodada anterior, venceu a Ponte Preta, em casa, e reagiou após três derrotas consecutivas, todas atuando longe de sua torcida.

A derrota no interior do estado aumenta a pressão sobre Estevam Soares. O treinador vem sendo muito criticado pela torcida e já não conta com o apoio de boa parte da diretoria palmeirense. Cogita-se até a possibilidade de uma troca no comando antes mesmo do final do Campeonato Paulista.

O Palmeiras volta a campo no próximo domingo para enfrentar o São Paulo,
às 16h, no estádio do Murumbi. No meio dia e horário, o União São João vai até o ABC enfrentar o Santo André, no estádio Bruno José Daniel.

O jogo
Logo no início da partida, o Palmeiras foi ao ataque. Aos 2min, Marcel foi lançado em profundidade e invadiu a área. Livre de marcação, o meia bateu na saída de Gílson, mas jogou a bola à direita do gol, perdendo boa chance para abrir o placar.

Com mais posse de bola e aproveitando os espaços na defesa do União, o alviverde continuou pressionando. Aos 9min, Cristian cobrou escanteio fechado e quase fez gol olímpico. O goleiro adversário, atento, conseguiu espalmar para fora novamente.

Mesmo atuando em casa, o União São João não conseguia sair de seu campo. Bem marcado, o time teve de conviver com os constantes ataques do Palmerias, que criou boas oportunidades, mas com muitos erros nas finalizações.

A partir dos 25min, os donos da casa passou a se arriscar mais no ataque. No entanto, o time precisou de uma ajuda adversária para abrir o placar. Aos 33min, Borges levantou da esquerda, Alceu furou e a bola sobrou para Jean Carlos escorar para o gol e fazer 1 a 0.

Quando o primeiro tempo caminhava para terminar com vantagem para o União, o Palmeiras chegou ao empate. Lúcio bateu falta pela esquerda e Magrão desviou de cabeça para deixar tudo igual novamente.

No segundo tempo, ambos os times voltaram com mais disposição ofensiva. Melhor para o Palmeiras que, aos 10min, chegou ao segundo gol. Mesmo pressionado pela marcação, o lateral Bruno conseguiu tocar para Magrão bater de primeira no canto esquerdo de Gílson.

Aos 16min, o União respondeu. Em rápido contra-ataque, a bola ficou com Borges. O atacante recebeu na área, bateu com estilo e a bola passou raspando a trave do gol palmeirense. Em seguida, Alessandro foi lançado na direita e bateu cruzado. Sérgio defendeu em dois tempos.

O Palmeiras respondeu aos 31min. Cristian tabelou com Ricardinho e, de frente para Gílson, tocou por cima do gol. O empate do União veio no minuto seguinte. Ricardo Xavier acertou a trave esquerda de Sérgio. No rebote, Alexsandro, apenas empurrou para o gol, 2 a 2.

O empate fez o técnico Estevam Soares sacar o meia Diego Souza para a entrada de Thiago Gentil. O meia deixou o gramado reclamando muito da alteração e xingando o treinador.

No final da partida, o Palmeiras ainda tentou buscar o terceiro gol. Aos 45min, o União quase marcou o seu. Juliano bateu escanteio e acertou o travessão de Sérgio.

UNIÃO SÃO JOÃO
Gilson; Jorginho, Félix, Pires e Magal (Diguinho); Hélcio, Jean Carlos (Júnior), Juliano e Alecsandro; Borges e Paulinho Kobayashi (Ricardo Xavier)
Técnico: Arnaldo Lira

PALMEIRAS
Sérgio; Bruno, Daniel, Nen e Lúcio; Alceu, Magrão, Marcel e Cristian; Ricardinho e Osmar (Diego Souza depois Thiago Gentil)
Técnico: Estevam Soares

Local: estádio Hermínio Ometto, em Araras (SP)
Árbitro: Cleber Wellington Abade
Auxiliares: Nilson de Souza Monção e Gilberto Corrale
Cartões amarelos: Magal (U), Hélcio (U), Sérgio (P), Magrão (P), Félix (U)
Gols: Jean Carlos, aos 33min, Magrão, aos 44min do primeiro tempo, e aos 10min do segundo tempo, e Alecsandro, aos 32min do segundo tempo.


09/02/2005 - 23h41
Palmeiras vence e está na Libertadores

MBPress
Em São Paulo

Finalmente, o Palmeiras está na Libertadores. Com uma vitória por 2 a 0 sobre o modesto Tacuary, nesta quarta-feira, o time paulista conseguiu passar pela fase classificatória e garantiu presença no maior torneio do futebol sul-americano.

Esta será a 13ª participação do Palmeiras na Copa Libertadores. Assim, o time do Parque Antártica rafitica a condição de brasileiro com maior número de participações no torneio. No entanto, ficou com o título apenas uma vez (em 1999).

Os dois gols do Palmeiras nesta quarta-feira foram marcados pelo atacante Ricardinho. A boa apresentação do jogador contrasta com mais uma má jornada do companheiro Warley, que foi vaiado pela torcida dos donos da casa.

Com a vitória desta quarta-feira, o Palmeiras passa pela primeira decisão do ano. A partida foi tratada como decisão por todos no Parque Antártica. Afinal, além da importância da participação na Libertadores, o clube paulista tem uma importante injeção no caixa. Receberá US$ 100 mil da Conmebol pela classificação e mais US$ 345 mil pelas partidas na primeira fase.

Agora, o Palmeiras participará do Grupo 4 da Copa Libertadores. A chave conta com outra equipe paulista, o Santo André. Os outros dois componentes são Cerro Porteño (Paraguai) e Deportivo Tachira (Venezuela).

A estréia do Palmeiras na Libertadores acontece no dia 2 de março, no Paraguai. O time do Parque Antártica jogará em Assunção e o adversário será o Cerro Porteño.

O jogo
O Palmeiras entrou em campo com vantagem. Por ter empatado a primeira partida, longe de casa, por 2 a 2, o time paulista precisava apenas de um placar sem gols ou uma igualdade por 1 a 1 para se classificar.

E a vantagem do Palmeiras cresceu ainda mais logo aos 3min. Cristian cobrou falta da direita e a bola passou por todo mundo. Livre de marcação, dentro da pequena área, o atacante Ricardinho se abaixou para tocar de cabeça e marcar o primeiro gol dos donos da casa.

Aos 12min, a equipe do Parque Antártica ainda teve uma excelente oportunidade para ampliar. Ricardinho cruzou e Warley perdeu a disputa de bola com o goleiro Aurrecochea.

Depois disso, porém, o nervosismo do Palmeiras ficou evidente. Os donos da casa passaram a errar muitos passes e permitiram a reação do Tacuary. Além disso, a equipe paulista optou pelas faltas para conter os avanços dos paraguaios.

Com tantos erros do time paulista, o Tacuary quase empatou aos 32min. Román rolou para Ortellado dentro da área. Completamente livre, ele chutou de pé direito e obrigou o goleiro Sérgio a praticar uma defesa extremamente complicada.

Sem ter nada a perder, o Tacuary se lançou ao ataque de forma desorganizada. E o Palmeiras, muito nervoso, não soube aproveitar os espaços deixados pela equipe visitante. Tanto é que os donos da casa só voltaram a assustar aos 41min. Cristian cobrou falta com categoria, Aurrecochea desviou e a bola ainda tocou no travessão antes de sair.

Ainda no primeiro tempo, o Palmeiras teve grande chance. Aos 45min, Warley recebeu grande lançamento dentro da área e tentou encobrir o goleiro. No entanto, exagerou na força e mandou a bola pela linha de fundo.

As duas excelentes oportunidades criadas nos últimos minutos do primeiro tempo, porém, não foram suficientes para o Palmeiras dominar o período complementar. O Tacuary voltou melhor, mais bem distribuído em campo, e pressionou os donos da casa.

No entanto, o Palmeiras mostrou eficiência defensiva e impediu os avanços dos visitantes. Prova disso é que o Tacuary só chegou em uma conclusão de fora da área. Aos 9min, Román arriscou de pé direito e a bola passou à direita do camisa 1 Sérgio, que nada poderia fazer.

Depois disso, o nível técnico do jogo caiu. O Palmeiras demonstrou estar satisfeito com o placar e apenas trocou passes. O Tacuary, com menos qualidade técnica, não conseguiu assustar.

O time paraguaio ainda teve mais espaços a partir dos 15min. O volante Claudecir cometeu falta violenta e recebeu o cartão vermelho. Com um homem a mais, o Tacuary cresceu. Apesar disso, não conseguiu ameaçar a classificação do Palmeiras e a festa da torcida paulista.

Aos 45min, o atacante Ricardinho ainda deu o toque final para esta festa. O camisa 21 conduziu a bola pelo meio, deu dois dribles seguidos no zagueiro e chutou de pé esquerdo, da entrada da área. A bola entrou no canto direito do goleiro Aurrecochea.

PALMEIRAS
Sérgio; Bruno, Daniel, Nen (Gabriel) e Lúcio; Marcinho, Magrão, Claudecir e Cristian (Marcel); Ricardinho e Warley (Correa)
Técnico: Estevam Soares

TACUARY
Pablo Aurrecochea; Ignacio Paniagua, Braulio Armoa, Denis Russi e Patrocinio Samudio; Carlos Leite (Torres), Cristian Riveros, Burgos (Ibarra) e Lorenzo Silva; Julio Ortellado e Raúl Román
Técnico: Oscar Paulín

Local: estádio Parque Antártica, em São Paulo (SP)
Árbitro: Rubén Selman (Chile)
Auxiliares: Eduardo Ponce (Chile) e Rodrigo González (Chile)
Cartões amarelos: Burgos (T), Lúcio (P), Claudecir (P), Ricardinho (P), Souza (T)
Cartões vermelhos: Claudecir (P)
Gols: Ricardinho, aos 3min do primeiro tempo e aos 45min do segundo tempo


 

30/01/2005 - 17h55
Palmeiras perde e deixa de ser 100%

MBPress
Em São Paulo

O Palmeiras não tem mais 100% de aproveitamento no Campeonato Paulista. Mesmo jogando com o time completo, a equipe do Parque Antártica foi superada pelo São Caetano por 1 a 0, em partida disputada no estádio Anacleto Campanella.

O gol foi marcado aos 42min do primeiro tempo, em cobrança de pênalti do meia Marcinho. No período complementar, o Palmeiras também teve uma penalidade. O encarregado para a cobrança foi o centroavante Warley, ex-jogador do São Caetano, que mandou a bola nas mãos do goleiro Sílvio Luiz.

Com o resultado deste domingo, o Palmeiras fica com nove pontos e não tem mais chance de terminar o final de semana como líder do Campeonato Paulista. O São Caetano também soma nove pontos. Como tem saldo de gols pior que o do Palmeiras, no entanto, fica apenas na quarta colocação.

E a perda da liderança não é a única má notícia para o Palmeiras. No jogo deste domingo, o técnico Estevam Soares testou a equipe que pretendia colocar em campo na próxima quarta-feira, contra o Tacuary (Paraguai), na primeira rodada da Copa Libertadores.

Entretanto, atuando com um meio-campo formado por jogadores mais técnicos e com apenas um atacante, o time do Parque Antártica foi totalmente dominado pelo São Caetano. O rendimento do Palmeiras só melhorou no segundo tempo, quando Estevam abriu mão da formação que tinha planejado.

O próximo compromisso das duas equipes no Paulistão é no sábado. Às 17h, o São Caetano enfrenta o Rio Branco no estádio Décio Vitta, em Americana. Uma hora mais tarde, em Santos, a Portuguesa Santista recebe o Palmeiras no estádio Ulrico Mursa.

O jogo
São Caetano e Palmeiras apostaram em formações muito semelhantes neste domingo, no estádio Anacleto Campanella. Com cinco homens no meio-campo, sendo três volantes de boa qualidade técnica, as duas equipes tocaram bastante a bola e concentraram as ações na intermediária.

Entretanto, os atacantes Neto Mineiro (do São Caetano) e Warley (Palmeiras) ficaram muito isolados e pouco participaram da partida. Sobretudo nos minutos iniciais, as duas equipes pouco criaram e os goleiros sequer encostaram na bola.

O panorama do confronto só começou mudar quando os meias do São Caetano, Marcinho e Anaílson, se aproximaram dos atacantes. Utilizando as costas dos volantes do Palmeiras, que saíam muito para o jogo, os dois armadores do time da casa passaram a ditar o ritmo da partida.

Aos 6min, Marcinho carregou a bola pelo meio e abriu na direita para o volante Raullen. Com muita velocidade, o jogador ganhou da defesa visitante, invadiu a área e chutou de primeira. Só que a conclusão passou à esquerda do goleiro Marcos, sem qualquer perigo.

O São Caetano voltou a assustar aos 20min. Ceará cobrou falta para a área e encontrou o centroavante Neto Mineiro, que tocou de cabeça e mandou a bola muito perto da trave esquerda de Marcos.

Os habilidosos Marcinho e Anaílson, sempre que pegavam a bola, eram parados com falta pela defesa do Palmeiras. Com isso, os cruzamentos do lateral Ceará passaram a ser a melhor arma do São Caetano. Foi assim novamente aos 26min, quando ele levantou para a área e Thiago cabeceou à direita da meta.

Depois de dois cruzamentos seguidos no segundo pau, Ceará surpreendeu aos 33min. Mais uma vez, o São Caetano teve uma oportunidade em falta na meia direita. Ao contrário dos lances anteriores, porém, o camisa 2 bateu direto e acertou o canto esquerdo de Marcos, que conseguiu desviar para a linha de fundo.

O excesso de faltas do Palmeiras foi castigado aos 42min. Anaílson recebeu na ponta direita, driblou o volante Correa e o jogador do time visitante segurou o atacante pela camisa. Pênalti que o camisa 10 Marcinho cobrou forte, rasteiro, no canto esquerdo de Marcos, para fazer o primeiro gol do São Caetano.

Preocupado com o domínio do São Caetano na primeira etapa, o técnico Estevam Soares alterou a estrutura tática do Palmeiras durante o intervalo. O comandante trocou o volante Claudecir e o meia Marcel, que estiveram apagados na etapa inicial, foram substituídos pelo meia Cristian e o atacante Ricardinho.

A modificação adiantou o Palmeiras e os visitantes passaram a pressionar o São Caetano. Logo aos 4min, o volante Corrêa aproveitou uma sobra de bola, dominou na intermediária e chutou com muita força, à esquerda de Sílvio Luiz.

O Palmeiras assustou novamente aos 13min. Diego Souza fez boa jogada individual e chutou de fora da área. Sílvio Luiz defendeu com tranqüilidade.

A pressão do Palmeiras era total. Completamente sufocado, o São Caetano não conseguia sequer sair do campo de defesa. Aos 17min, Ricardinho recebeu de André Cunha dentro da área, ajeitou para o pé direito e chutou muito forte, perto do travessão.

Mas a oportunidade mais clara para o Palmeiras aconteceu aos 21min. Diego Souza invadiu a área pela esquerda e foi empurrado pelo lateral-direito Ceará. Na cobrança do pênalti, no entanto, o centroavante Warley mandou a bola no canto direito e Sílvio Luiz defendeu com os pés.

Aos 38min, o atacante Ricardinho quase marcou. Ele recebeu um lançamento de Lúcio dentro da área e chutou de primeira, mas Sílvio Luiz conseguiu salvar a bola no meio do gol.

Depois disso, o São Caetano conseguiu travar o Palmeiras e apenas tocou a bola lateralmente. O time do Parque Antártica, sem força, não conseguiu impedir a troca de passes dos donos da casa e apenas aceitou o resultado da partida.

SÃO CAETANO
Sílvio Luís; Ceará, Thuram (Alessandro), Thiago e Triguinho; Raullen, Zé Luís, Paulo Miranda (Márcio Senna) e Marcinho; Neto Mineiro e Anaílson (Edu Salles)
Técnico: Zetti

PALMEIRAS
Marcos; André Cunha (Adriano Chuva), Gabriel, Nen e Lúcio; Corrêa, Magrão, Claudecir (Cristian), Diego Souza e Marcel (Ricardinho); Warley
Técnico: Estevam Soares

Local: estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul (SP)
Árbitro: Luís Marcelo Vicentin Cansian (SP)
Auxiliares: Marinaldo Silvério e Emerson Augusto de Carvalho (ambos de SP)
Cartões amarelos: Corrêa (P), Nen (P), Triguinho (SC), Marcinho (SC)
Gols: Marcinho, aos 42min do primeiro tempo


 26/01/2005 - 22h22
Palmeiras vence a terceira e quebra tabu

MBPress
Em São Paulo

Na noite desta quarta-feira, o Palmeiras venceu o Paulista por 3 a 1, no estádio do Parque Antarctica, em São Paulo, e quebrou um tabu que já durava oito anos: o de conquistar três vitórias nas três primeiras rodadas do Campeonato Paulista.

A última vez que o time alviverde havia conquistado esse feito foi em 1996, ano do último título estadual conquistado pelo clube. Foi naquela edição do Paulistão, inclusive, que a equipe do Parque Antarctica chegou à marca histórica de 102 gols.

Dessa maneira, o Palmeiras mantém 100% de aproveitamento neste Paulistão e assume, provisoriamente, a liderança isolada com nove pontos, já que Santos, São Paulo e Mogi Mirim jogam nesta quinta-feira.

No confronto contra o Paulista, o técnico Estevam Soares resolveu poupar Bruno, Sérgio e Marcel. Mas mesmo assim o alviverde não sentiu as ausências e superou a equipe de Jundiaí.

Detalhe curioso na vitória do Palmeiras foi que apenas jogadores de defesa marcaram os gols: Nen, Claudecir e Daniel, de falta. O ataque foi formado por Warley e Adriano Chuva.

Com a derrota, a segunda no Estadual, o Paulista segue com três pontos e pode perder algumas colocações ao final da rodada.

Palmeiras e Paulista voltam a campo pelo Campeonato Paulista no próximo domingo. O time alviverde enfrenta o São Caetano, no estádio Anacleto Campanella, no ABC, às 16h. Já a equipe de Jundiaí recebe o Atlético Sorocaba, no Jaime Cintra, às 17h.

O jogo
Em busca de sua terceira vitória seguida no campeonato estadual, o Palmeiras não deu sequer tempo para a o Paulista respirar. Logo aos 3min, a equipe alviverde marcou seu primeiro gol. Após cruzamento de Correa pela direita, o atacante Adriano Chuva desviou e o zagueiro Nen empurrou para o fundo da rede.

Apesar da desvantagem no placar, a equipe de Jundiaí não desanimou e se encontrou em campo. Com bom toque de bola, o time envolveu o adversário, mas não conseguiu transformar esse domínio em oportunidades de gol.

Enquanto isso, o clube do Parque Antarctica aproveitou para arriscar de fora da área. Aos 11min, o volante Correa carregou a bola pelo meio e chutou de longe. A bola passou à direita do gol de Rafael.

A primeira chance que o Paulista teve de chutar ao gol de Marcos, que voltou a campo após 253 dias afastado por causa de uma lesão na mão, aconteceu aos 12min, quando Danilo cobrou falta. A bola, porém, saiu por cima do travessão.

Quando a equipe de Jundiaí ainda era melhor em campo, o Palmeiras chegou ao segundo gol. Aos 14min, o estreante André Cunha lançou Lúcio, que cruzou para Claudecir marcar de cabeça.

Aos poucos, o Paulista se encontrou novamente em campo e voltou a dominar o adversário. No entanto, o time precisou contar com a sorte para diminuir a desvantagem.

Amaral cobrou falta rapidamente, aos 27min, o goleiro Marcos foi atrapalhado por um desvio na zaga e não conseguiu segurar a bola. O atacante Marcos Dias aproveitou o rebote e desviou para o gol.

Depois disso, o ritmo da partida diminuiu um pouco e ambas as equipes não conseguiram mais levar perigo aos goleiros.

Para o segundo tempo, Estevam Soares e Vágner Mancini mantiveram as mesmas formações da etapa inicial. E o Palmeiras, de novo, marcou logo de cara. Só que desta vez não valeu. O zagueiro Nen, em posição de impedimento desviou para o gol.

Aos 11min, no entanto, o zagueiro Daniel marcou o terceiro do time alviverde. Em cobrança de falta, ele acertou um forte chute, sem chances de defesa para o goleiro Rafael.

Com dois gols de vantagem no placar, a equipe do Parque Antarctica passou a pressionar ainda mais o Paulista em seu campo de defesa. Só que a zaga do time de Jundiaí foi bem na marcação.

Com a partida chegando ao final, o Palmeiras apenas administrou a posse de bola e comemorou mais uma vitória.

PALMEIRAS
Marcos; André Cunha, Daniel (Gabriel), Nen e Lúcio; Marcinho, Correa, Claudecir (Magrão) e Diego Souza; Warley e Adriano Chuva (Ricardinho)
Técnico: Estevam Soares

PAULISTA
Rafael; Lucas, Danilo, Anderson e Fábio Vidal; Amaral, Fábio Gomes, Márcio Mossoró (Julinho) e Ricardinho; Léo (Thiago Santos) e Marcos Dias (Abraão)
Técnico: Vágner Mancini

Local: estádio do Parque Antarctica, em São Paulo (SP)
Árbitro: Rodrigo Martins Cintra
Auxiliares: Márcio Luiz Augusto e Aline Lambert
Cartões amarelos: Márcio Mossoró (PAU), André Cunha (PAL), Fábio Vidal (PAU), Rafael (PAU), Amaral (PAU), Diego Souza (PAL)
Gols: Nen, aos 3min, Claudecir, aos 14min, e Marcos Dias, aos 27min do primeiro tempo; Daniel, aos 11min do segundo tempo


23/01/2005 - 17h56
Palmeiras começa vingança e vence outra no Paulistão

MBPress
Em São Paulo

Começou bem o projeto de vingança do Palmeiras. Neste domingo à tarde, o time alviverde venceu o Santo André por 2 a 1, pela segunda rodada do Campeonato Paulista. A partida foi disputada no estádio do Parque Antarctica, em São Paulo.

Em 2004, o Palmeiras sofreu duas vezes com times da série B do Campeonato Brasileiro. A equipe palmeirense foi eliminada da Copa do Brasil pelo Santo André e do Paulistão pelo Paulista.

Coincidentemente, após vencer o time do ABC, o Palmeiras agora terá a equipe de Jundiaí como adversária. E, além de tentar vencer mais um algoz, o time alviverde buscará sua terceira vitória seguida no Paulistão.

Até aqui, o time do Palmeiras é um dos líderes da competição, somando seis pontos ganhos em dois jogos. Já o Santo André, que vinha de vitória sobre o Paulista, perde sua invencibilidade e permanece com três pontos.

O jogo deste domingo ainda marcou a estréia do atacante Warley com a camisa do Palmeiras. Mesmo não tendo marcado nenhum gol, o jogador teve boa atuação e deu a assistência para Claudecir garantir a vitória palmeirense.

No segundo tempo, mesmo com a expulsão de Ramalho, o Santo André cresceu e chegou a ameaçar. Mas, nos contra-ataques, o Palmeiras matou o jogo. Ricardinho fez o segundo do time alviverde e Sandro Gaúcho marcou para a equipe visitante.

O jogo
O Santo André começou a partida muito fechado em sua defesa, tentando buscar apenas os contra-ataques. Assim, o Palmeiras conseguiu o domínio territorial logo no início do jogo e passou a chegar com perigo ao ataque.

A primeira oportunidade clara para finalização aconteceu aos 18min. Warley, se movimentando bem, fez ótimo passe para Marcel. O meia teve espaço para virar e bater para o gol. No entanto, o chute saiu fraco e Júlio César defendeu.

Não demorou muito para o Palmeiras voltar a ameaçar. Aos 22min, Daniel perdeu uma chance incrível. A bola foi cruzada da direita, Warley desviou mal, mas Daniel, na pequena área, chegou tocando de peito, por cima do gol.

Sempre buscando os contra-ataques, o Santo André esteve perto do gol. Rycharlisson avançou com a bola aos 34min, a zaga do Palmeiras marcou mal e foi abrindo, permitindo o chute do meia. No entanto, o jogador do Santo André mandou para fora do gol.

Além de perder uma chance clara no ataque, o Santo André foi castigado logo depois, aos 36min. Claudecir carregou a bola, tabelou com Warley, invadiu a área e bateu forte, acertando o ângulo esquerdo do gol de Júlio César.

Assustado, o time do ABC quase levou o segundo aos 38min. Diego Souza desviou de cabeça e Júlio César quase falhou. Aos 43min, em chute de Bruno defendido pelo goleiro do Santo André, o Palmeiras teve a última chance da etapa inicial.

No início do segundo tempo, a missão do Palmeiras ficou mais facilitada com a expulsão do volante Ramalho, do Santo André. Porém, o time alviverde não soube aproveitar a vantagem numérica e passou a permitir a chegada do time visitante.

Dando espaços para o Santo André, o Palmeiras quase sofreu o empate aos 25min. A bola foi cruzada na área e, antes que Fumagalli conseguisse tocar para o gol, Corrêa salvou quase em cima da linha do gol.

Animado, a equipe visitante começou a pressionar e voltou a assustar a torcida palmeirense. Aos 26min, Sandro Gaúcho bateu bem para o gol, mas Sérgio conseguiu fazer ótima defesa, evitando o gol de empate.

Cercando a zaga palmeirense, o Santo André manteve-se no campo de ataque. Já o Palmeiras, acuado, só voltou a ameaçar aos 32min. Claudecir, da pequena área, tocou por cima do gol e perdeu chance incrível.

Mesmo com o susto, o Santo André continuou buscando o ataque, dando espaços em sua defesa. No contra-ataque seguinte, o Palmeiras marcou. Warley começou a jogada e tocou para Corrêa. Com belo toque, o meia deixou Ricardinho livre para marcar.

O Santo André não desistiu do jogo e diminuiu aos 41min, em bela virada de Sandro Gaúcho. A equipe visitante ainda buscou o ataque e chegou a ameaçar o gol de Sérgio. Porém, não conseguiu o gol para empatar a partida.

PALMEIRAS
Sérgio; Bruno, Daniel, Nen e Lúcio; Marcinho, Corrêa, Claudecir, Marcel (Ricardinho) e Diego Souza (Christian); Warley
Técnico: Estevam Soares

SANTO ANDRÉ
Júlio César; Da Guia, Diego Padilha e Dedimar; Alexandre (Rafinha), Ramalho, Paulo Isidoro (Sandro Gaúcho), Rycharlisson e Romerito; Fumagalli e Leandrinho
Técnico: Luiz Carlos Ferreira

Local: estádio do Parque Antarctica, em São Paulo (SP)
Árbitro: Salvio Spinola Fagundes Filho
Auxiliares: Francisco Rubens Feitosa e Geraldo José Vollet
Cartões amarelos: Diego Souza (P), Marcinho (P), Leandrinho (SA), Christian (P)
Cartão vermelho: Ramalho (AS)
Gols: Claudecir, aos 36min do primeiro tempo; Ricardinho, aos 33min, e Sandro Gaúcho, aos 41min do segundo tempo


  17h25 19/01/2005

Verdão goleia Inter na estréia do Paulista

No "dia do fico" de Magrão, Palmeiras atropela time de Limeira e conquista os três primeiros pontos no Estadual.

MBPress

SÃO PAULO - A partida de estréia do Campeonato Paulista de 2005 foi recheada de gols e emoção. Na tarde desta quarta-feira, o Palmeiras goleou a Inter de Limeira por 5 a 3, no estádio Major José Levi Sobrinho, no interior de São Paulo, e conquistou seus três primeiros pontos na competição estadual.

O triunfo, porém, não foi o único motivo de comemoração para os palmeirenses. Durante a partida, o volante Magrão anunciou, por intermédio de sua assessoria de imprensa, que desistiu de se transferir para o FC Moscou, da Rússia. Assim que soube da novidade, o técnico Estevam Soares cerrou os punhos e comemorou como se fosse um gol.

Mesmo sem poder contar com todos os reforços para a temporada deste ano, o alviverde foi superior ao time de Limeira na maior parte do tempo - apesar de ter cedido a virada depois de estar vencendo por 2 a 0.

Um dos destaques da boa vitória do Palmeiras foi o atacante Marcel, que, além de dar uma assistência, marcou dois gols. Sua estréia com a camisa alviverde - ele foi contratado do Paraná - só não foi melhor porque ele deixou o campo machucado.

Do lado da Inter de Limeira, o técnico Alexandre Gama percebeu que terá muito trabalho pela frente. Apesar do time ter conseguido uma boa reação no final da primeira etapa e no começo da segunda, a defesa do alvinegro apresentou muitos problemas no seu retorno à elite do futebol paulista - o time conquistou a série-A no ano passado.

Na próxima rodada, ambas as equipes jogam no domingo, dia 23. O Palmeira enfrenta o Santo André, às 16h, no estádio do Parque Antártica. A Inter de Limeira, por sua vez, duela com a Portuguesa Santista, às 17h, no estádio Ulrico Mursa, em Santos.

O jogo
Depois da solenidade de estréia do Campeonato Paulista e da execução do hino nacional, Inter de Limeira e Palmeiras deram o pontapé inicial na competição estadual na tarde desta quarta-feira, no interior de São Paulo.

Foi o time visitante, porém, que criou a primeira oportunidade de gol do certame. Logo no primeiro minuto da partida, o atacante Ricardinho deu um passe para o meia Diego Souza, que chutou cruzado da entrada da área. O goleiro Marcelo Cruz defendeu com facilidade.

Sem conseguir chegar à área adversária, a Inter de Limeira resolveu arriscar com chutes de longa distância. E quase deu certo. Aos 3min, o meia Alexandre Salles avançou com a bola e chutou forte. Desatento, o goleiro Sérgio queimou roupa e a bola saiu pela linha de fundo. Na cobrança do escanteio, o zagueiro Emerson cabeceou por cima do gol.

Apesar do susto, o time do Parque Antártica continuou com o controle da partida. Tanto que aos 8min abriu o placar. Após passe de Diego Souza, o lateral-direito Bruno cruzou e o atacante Marcel acertou um belo chute no canto direito do goleiro da Inter.

O gol desestabilizou a equipe do interior, que ficou ainda mais desorganizada no setor defensivo. Aos 21min, por exemplo, Ricardinho recebeu, em posição irregular, entre a zaga, avançou com a bola, mas chutou em cima de Marcelo Cruz.

Na próxima vez que chegou ao gol do rival, porém, o Palmeiras chegou ao seu segundo gol. Aos 25min, Marcel dá um belo lançamento para Ricardinho, que, de novo, chuta em cima do goleiro. Só que desta vez ele conseguiu pegar o rebote, se livrou da marcação e tocou para o gol vazio.

Aproveitando o cansaço dos jogadores alviverdes após os 30min, o time de Limeira começou a pressionar. Só que o primeiro gol alvinegro foi consequência de uma lance duvidoso aos 40min. Após cruzamento da direita, o juiz marcou pênalti de Gabriel em cima de Rafael Marques. Na cobrança, aos 41min, Alexandre Salles marcou.

O gol animou os jogadores da Inter de Limeira, que conquistou o empate ainda na etapa inicial. Aos 46min, o lateral-esquerdo Júlio César fez boa jogada pela esquerda e cruzou. Rafael cabeceou na trave e, no rebote, o atacante Izaias empurou para as redes.

No segundo tempo, ambas as equipes voltaram com a mesma formação. Só que desta vez a etapa começou em ritmo ainda mais acelerado do que no primeiro tempo.

Empolgada com o empate no final do primeiro tempo, a Inter conquistou a virada logo aos 4min, em mais uma cobrança de pênalti do meia Alexandre Salles. Como na penalidade anterior, a marcação do árbitro Wilson Luiz Seneme foi duvidosa.

O Palmeiras tentou dar o troco um minuto depois, mas parou na excelente defesa de Marcelo Cruz, que desviou para escanteio cobrança de falta do volante Correa.

O empate do time alviverde, no entanto, não demorou a acontecer. Mas foi "meio" sem querer. Aos 15min, o lateral-esquerdo Lúcio tabelou com Claudecir e na hora de cruzar acertou o gol.

Aproveitando que a Inter de Limeira não assimilou bem o gol de empate e voltou a ficar desorganizada em campo, o alviverde voltou a ficar em vantagem no placar. Aos 20min, o atacante Marcel aproveitou o rebote do goleiro Marcelo Cruz e chutou, de primeira, de fora da área. Foi o segundo gol do estreante palmeirense, que foi contratado do Paraná Clube.

E foi o próprio Marcel quem deu o passe para o quinto gol do Palmeiras. Aos 28min, o atacante deixou Diego Souza na cara do gol. O meia tocou no canto esquerdo na saída do goleiro Marcelo Cruz.

Com boa vantagem no placar, o Palmeiras apenas administrou a posse de bola e esperou o apito final do árbitro.

INTER DE LIMEIRA 3X5 PALMEIRAS

Inter de Limeira
Marcelo Cruz; Cláudio, Emerson, Laerte e Júlio César; Fábio Recife (Fabiano Negreiros), Marciel, Gil Baiano (Canela) e Alexandre Salles; Izaías e Rafael Marques
Técnico: Alexandre Gama

Palmeiras
Sérgio; Bruno, Gabriel, Gláuber e Lúcio; Alceu, Claudecir, Correa e Diego Souza (Léo); Marcel (Nen) e Ricardinho (Osmar)
Técnico: Estevam Soares

Local: estádio Major José Levi Sobrinho, em Limeira (SP)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Assistentes: Ana Paula Oliveira e Maria Eliza Barbosa
Cartões amarelos: Fábio Recife (I), Laerte (I), Gabriel (P), Emerson (I), Gil Baiano (I), Marcel (P), Alexandre Salles (I)
Gols: Marcel, aos 8min, Ricardinho, aos 25min, Alexandre Salles, de pênalti, aos 41min, e Izaias, aos 46min do primeiro tempo; Alexandre Salles, de pênalti, aos 4min, Lúcio, aos 15min, Marcel, aos 20min, e Diego Souza, aos 28min do segundo tempo


12h22 19/01/2005

Magrão bate o pé para ficar no Verdão

Volante, que já havia desistido de ir para a Rússia mas depois assinou contrato, insiste em ficar no Brasil.

Danilo Valentini, especial para o Pelé.Net

SÃO PAULO - Uma assinatura complica a situação do volante Magrão, que depois de negociar sua permanência no Palmeiras e tentar evitar sua transferência para o FC Moscou, acabou firmando compromisso com o clube russo na última segunda-feira. Na sequência, porém, o jogador mudou de idéia mais uma vez.

A segunda desistência de Magrão fez com que o empresário do jogador viajasse para tentar 'rasgar' o contrato e assegurar sua permanência no Brasil até pelo menos o final da Libertadores, no meio do ano.

Alegando que sua família é contrária a transferência, Magrão se arrependeu da assinatura, que reiterou pré-contrato que o palmeirense já havia firmado com o FC Moscou em 23 de dezembro. Dessa forma, Marcel Figger, que representa os direitos do jogador, está na capital russa para tentar convencer o clube moscovita de que não vale a pena de ficar com um jogador insatisfeito.

O FC Moscou, no entanto, parece não ter levado muito a sério a mudança de idéia de Magrão, tanto que a página do clube na internet já traz em sua capa a imagem do jogador, considerado o destaque para a nova temporada. O negócio havia sido fechado por pouco mais de US$ 5 milhões, com o Palmeiras tendo direito a apenas US$ 1,5 mi.

O Palmeiras, aliás, até já contava com o dinheiro da transferência para planejar uma contratação que fugiria da política do 'bom e barato', elegendo como alvo meias como Giovanni ou Roger.

Mas com a mudança de cenário, o Palmeiras já se prepara até para receber Magrão na concentração em Jarinu, para onde a delegação volta após disputar a partida de estréia pelo Campeonato Paulista, marcado para esta quarta-feira, em Limeira, contra a Internacional.

Além de apontar o fator familiar como determinante para ficar no Palmeiras, a disputa da Libertadores, que começa para o clube já no dia 2 de fevereiro, quando enfrenta o paraguaio Tacuary por fase preliminar da competição, vem forçando o jogador a tentar sua permanência no Parque Antarctica.

 

Sugestões e dicas: Geovane Souza - Maio / 2004